Consumidos pelas trevas,
Mergulhadores do Caos.
Faces partidas,
Asas perdidas.
Quem sabe a eles ainda haja salvação,
Que busquem a redenção,
De seus corpos exauridos,
Em seus choros feridos.
O Inverno voltou para buscá-los.
Não há como profaná-los,
Se a dor já o fez,
Da fome à escassez.
Quem aqui jaz,
Nos sonhos padeceu,
Pois foi-se o tempo,
Em que amor floresceu,
E imunizou o ser,
A morte de um,
Seria do outro o nascer.