Sou o rascunho da realidade,
Vivendo agora,
Mesmo sendo do passado.
Desvencilho-me da ingenuidade,
Pois sou o principio,
Imune a ela, ao viver.
Fim ao novo,
Fim aos céus.
Vingo-me da queda,
Em protesto ao sol.
Sou um dragão na era medieval,
Perdido no mundo por uma evolução.
Resistência a extinção,
Criei ao mar.
Fim ao novo,
Fim aos céus.
Vingo-me da queda,
Em protesto ao sol.
Um predador me caça,
Destrói-me,
Assombra-me.
Gritei aos homens, declarando minha guerra.
Fim ao novo,
Fim aos céus.
Vingo-me da queda,
Em protesto ao sol.
Resgato-me do sufocante,
Enquanto as lágrimas me absorvem.
E por mais que meu sangue seja gélido,
Meu espírito e coragem ardem feitos o fogo!
Fim ao novo,
Fim aos céus!
(Muitos não entenderão minha referencia ao dragão e ao mar.
Pois bem, assisti um documentário, que falava,
Que se os dragões viveram até a era medieval, vindos da era dos dinossauros,
Foi porque evoluíram para animais aquáticos...legal, né? hehe)



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