Quando cada segundo do dia,
Se confunde com uma gota de chuva.
Na melancolia da vida,
A morte se encaixa com perfeição.
Nunca se sabe quando será a tua vez,
Pode ser acaso do destino,
Ou a loucura de um outro,
Que te carrega sem piedade para a sepultura.
A comédia divina de uma ironia,
E quem sofre são os inocentes.
Vez que outra a raiva é descontada neles,
Como o descarregar de uma arma.
A raça humana perde a vergonha de se mutilar,
Cada pegada mais perto de sua independência,
Massacre da mente se reflete na insanidade do ato.
Quem será que está na mira?
A caça ou o caçador?
E quando a caça vira o caçador,
A bala pode fazer a curva,
Acertar alguém fora da rixa.
Um corpo morto não traz mais desgraças,
Já uma alma morte,
Causa mais estragos,
Do que podemos consertar.

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