Meados dos anos prateados,
Houveram histórias sobre o ancião,
O doce e velho senhor,
Que perversamente assaltava corações.
O ouro cintilava em queda,
Depravando muros de escadas,
Perambulava em cada degrau,
Um pedaço de nosso mal.
Outrora soprei um nome,
E o vento o capturou,
Jamais poderá ser usado,
Nem por meu Deus desbravado.
Abençoei-te aos poucos,
Com palavras e pinceladas,
Por mais que hajam sulcos,
Essa promessa não pode ser quebrada.
O odor do Sandalo impregna o lugar,
O cristal protege meu lar,
As estrelas enfeitam teu olhar,
Mas aqui basta de sonhar.
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