12/09/2009

Imunidade


Eu sou imune ao teu veneno,
Eu sou imune à tua solidão.
Teus olhos fecham, mas me enxergam,
Teu corpo tranca, abre um coração.

Lágrimas acontecem,
Mas forte é o tempo,
Pois secam e desaparecem.
No teu futuro, 
Doce momento,
Livrar-te-ás de teu lamento.

Faz-me feliz ver-te a sorrir,
Tão belo é o paraíso,
A terra prometida de teus sonhos,
Espanta o medo e a ilusão.

Eu sou imune ao teu veneno,
Eu sou imune à tua solidão.
Teus olhos fecham, mas me enxergam,
Teu corpo tranca, abre um coração.

Sujeito a vida todos estamos,
Não há motivos pra chorar.
Impenetrável será tua alma,
Se contra a dor ela lutar!

Eu sou imune ao teu veneno,
Eu sou imune à tua solidão.
Teus olhos fecham, mas me enxergam,
Teu corpo tranca, abre um coração.

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