14/09/2009

Não Há

Eu tenho um caminho,
Um caminho a prosseguir.
Não vejo as dúvidas, lembranças e ilusões,
Que estão aqui a me suprimir.

Só há lápides e lápides,
Às quais posso seguir .
Não sei por quanto tempo mais irei agir.

Não há volta,
Não há volta,
Não há volta,,
Apenas revolta de minha parte.
Meu rosto se quebra, no espelho se debate.
E tu me olhas,
E tu me olhas,
E tu me olhas,
E ri!

Apenas sei que não posso mais me ajudar.
O tempo está aqui para me avisar,
Que não tenho mais pulso em meu coração,
Apenas uma grande maldição.


Não há volta,
Não há volta,
Não há volta,,
Apenas revolta de minha parte.
Meu rosto se quebra, no espelho se debate.
E tu me olhas,
E tu me olhas,
E tu me olhas,
E ri!

Não há mais batidas,
Nem derrotas mal sentidas.
Não há mais sangue em meus braços,
E aos poucos me desgasto.
Já não há mais tempo.

Não há volta,
Não há volta,
Não há volta,,
Apenas revolta de minha parte.
Meu rosto se quebra, no espelho se debate.
E tu me olhas,
E tu me olhas,
E tu me olhas,
E ri!

A desgraça para ti é plena,
Mata a MINHA alma,
Me envenena.


Aos poucos vou decrescendo,
Mesmo assim, gritando,
Peço piedade!
Uma grande vontade,
Me invade então,
É tarde de mais, é tudo em vão!

Não há volta,
Não há volta,
Não há volta!

Não há mais volta!
Não há mais volta!
Hemorragia forte,
Levará-me a morte!
E tu ri.

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