
O impetrável sonho de luxúria,
Cega teu coração vulgar,
Desmancha com veemência,
Tuas virtuosidades.
Não me julgues vulgo,
Pois bem mais que isso podes fazer.
Trazes contigo a lágrima,
Que descarna meu prazer.
Despencado desejo de importal ser,
Criou-se aoteu redor,
São barreiras que podem enfraquecer-te.
Despeja-me de vez,
Em tua vontade voraz.
Tão calmo ser,
Pode verdades esconder.
Destrona a secura de tua boca,
Traga a mim, meus vários suicídios.
Tendo em mãos, meu coração em marionete
Diga a mim quem é teu dono,
A quem trazes escrito a ferro e fogo.
Comisarás minha vontade de teus doces lábios tocar,
Ao acalentar da noite,
Irei despertar,
Trazendo comigo, um novo batimento cardíaco.
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